Primeiro
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 Postado por Júlia Amorim às 19:39 | Marcadores: amor, poesia
love is in the air. just breath :)
em Brasília, 05 de setembro de 2oo9:
Você foi a minha mais perfeita utopia
Que terminou antes de começar.
Você foi o mais belo e verdadeiro amor
No qual eu mal ouso acreditar.
Dias e dias passamos a fio
Só pensando em nós dois
Certos de que nossos problemas
Se resolveriam em um outro ‘depois’
Certo dia, porém, chegou um aviso
Que nenhum de nós queria escutar
Era a realidade mandando lembrança
E te dizendo pra me deixar
Hoje vejo que você acertou em seguir em frente
E o que eu preciso é tirar você da minha mente
Mas enxergo como traição
Ao amor que um dia ousei sentir
E não vejo como destruí-lo
Pode um dia me redimir
Mas espero, apesar de tudo,
Que a essência do nosso amor permaneça
Mais forte e poderoso do que jamais foi
E que o nosso “pra sempre”, a contrariar Renato Russo,
Seja mais resistente do que um simples partir de corações
Ou uma aliança inexistente que foi desfeita pelas mãos de outros, que não nós mesmos.
Júlia Amorim
esse foi o primeiro. não sei se foi o primeiro de muitos, mas foi o primeiro e achei que seria interessante deixar registrado aqui :) fiquei muito tempo longe, sem computador e, por consequência, desprovida de blog. mas então, agora tô de volta, espero que mais assiduamente que antes :) missed you guys. Love you all :*
PS: fiz as inscrições para o PAS e vestibular. ambas para Letras - Português. adooooro *-* e tô melhorando no inglês. tô cada vez mais apaixonada pela língua! depois comento mais sobre isso aqui. beiijos :*
Voar
sábado, 29 de agosto de 2009 Postado por Júlia Amorim às 03:30 | Marcadores: Cássia Eller, Lua, música, SolQuem sabe eu ainda sou uma garotinha... esperando o ônibus da escola, sozinha. Rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina má. Quem sabe o "príncipe" virou um chato(¬¬) que vive dando no meu saco. Quem sabe a vida é não sonhar ?
E aí, o que fazer? Porque no meio de toda essa confusão, fico eu. Perdida em pensamentos constantes que duram o dia todo (e a noite também), embrulhada no meio de toda essa teia de ideias confusas que me consomem. No meio de tudo isso, eu fico tentando encontrar uma saída pra um problema que pode ser que não tenha saída. Pode ser que a saída seja só sair, deixar pra lá, e seguir vivendo.
Quando consigo me livrar daquilo que me prende, sem nenhuma algema ou corrente física; mas uma mais forte ainda, que é a psíquica, emocional, me sinto leve. Leve como uma pluma, livre como um pássaro. Eu, que sempre fui como um pássaro, desde os 14 anos, quando me identifiquei com a música da Nelly Furtado (Like a Bird), estava agindo como um pássaro engaiolado.
Agora, entretando, sou como o sabiá daquela outra música: sabiá lá na gaiola fez um buraquinho; voou, voou, voou. É, acho que achei meu buraquinho na gaiola. E consegui sair voando lentamente por esse céu que escurece de nuvens e em seguida enegrece com a noite, só pra deixar a Lua brilhar majestosa como a luz no fim do túnel. Como aquela chama de esperança que brota no peito, inesperadamente. Como aquela outra música: ainda há de haver esperança, em cada um de nós, algo de uma criança. A música em questão diz que enquanto houver Sol, ainda haverá... Mas eu retruco dizendo que pra mim ainda haverá enquanto houver Lua, estando ou não se mostrando majestosa no céu negro como breu. A Lua será sempre o guia de quem acreditar nela. Quem acreditar no seu poder e na energia que ela emana. Na sua aura maravilhosa e cristalina. Nada pessoal com o Sol, de jeito nenhum. Mas é que ele sabe que a minha paixão é pela minha Iluminada. O Sol eu idolatro nos dias de praia, ou quando preciso de um bronze (aliás, tá precisando! :X). Ou até mesmo quando o frio da manhã atrapalha minha concentração nos estudos (ou nos jogos de truco, nos intervalos :X). Mas quando a noite cai e vem aquela necessidade de nos sentir em paz, amparados por um ser maior e superior... é com a minha Lua que eu conto, sempre. Porque é ela que ilumina minhas noites mais escuras. Metaforicamente ou não :)
E, embora eu devesse falar de sonhos, como disse o primeiro parágrafo, terminei falando de Lua e Sol, e das coisas da vida que nos motivam a seguir em frente. Ainda bem que assumi uma postura mais otimista quando a esse post, porque ele seria bem mais depressivo se tivesse seguido a linha do começo. Acho que estávamos falando de um problema já resolvido à época em que ele foi inciado, não é? #atoron problemas resolvidos ;)
i'm like a bird, i only fly away. i don't know where my soul is, i don't know where my home is ~
Quando consigo me livrar daquilo que me prende, sem nenhuma algema ou corrente física; mas uma mais forte ainda, que é a psíquica, emocional, me sinto leve. Leve como uma pluma, livre como um pássaro. Eu, que sempre fui como um pássaro, desde os 14 anos, quando me identifiquei com a música da Nelly Furtado (Like a Bird), estava agindo como um pássaro engaiolado.
Agora, entretando, sou como o sabiá daquela outra música: sabiá lá na gaiola fez um buraquinho; voou, voou, voou. É, acho que achei meu buraquinho na gaiola. E consegui sair voando lentamente por esse céu que escurece de nuvens e em seguida enegrece com a noite, só pra deixar a Lua brilhar majestosa como a luz no fim do túnel. Como aquela chama de esperança que brota no peito, inesperadamente. Como aquela outra música: ainda há de haver esperança, em cada um de nós, algo de uma criança. A música em questão diz que enquanto houver Sol, ainda haverá... Mas eu retruco dizendo que pra mim ainda haverá enquanto houver Lua, estando ou não se mostrando majestosa no céu negro como breu. A Lua será sempre o guia de quem acreditar nela. Quem acreditar no seu poder e na energia que ela emana. Na sua aura maravilhosa e cristalina. Nada pessoal com o Sol, de jeito nenhum. Mas é que ele sabe que a minha paixão é pela minha Iluminada. O Sol eu idolatro nos dias de praia, ou quando preciso de um bronze (aliás, tá precisando! :X). Ou até mesmo quando o frio da manhã atrapalha minha concentração nos estudos (ou nos jogos de truco, nos intervalos :X). Mas quando a noite cai e vem aquela necessidade de nos sentir em paz, amparados por um ser maior e superior... é com a minha Lua que eu conto, sempre. Porque é ela que ilumina minhas noites mais escuras. Metaforicamente ou não :)
E, embora eu devesse falar de sonhos, como disse o primeiro parágrafo, terminei falando de Lua e Sol, e das coisas da vida que nos motivam a seguir em frente. Ainda bem que assumi uma postura mais otimista quando a esse post, porque ele seria bem mais depressivo se tivesse seguido a linha do começo. Acho que estávamos falando de um problema já resolvido à época em que ele foi inciado, não é? #atoron problemas resolvidos ;)
i'm like a bird, i only fly away. i don't know where my soul is, i don't know where my home is ~
Perfil
terça-feira, 28 de julho de 2009 Postado por Júlia Amorim às 22:54 | Marcadores: desabafo, orkutOk, vai parecer ridículo, mas eu vou ter que postar. É o meu perfil atual do orkut, mas não é por isso. É porque foi um lapso de inspiração e de boa expressão em palavras. Segue, sem nenhuma pretensão, mas porque em alguns dias eu vou me cansar e arrancar o texto do orkut. Então quero deixar registrado em algum lugar. Tudo bem assim? Então vai lá. Beijos a todos. Amo vocês, com a metade do meu coração que segue inteira no meio de toda essa bagunça.
a garota ainda acredita no futuro com que sonha; ela ainda confia em si mesma; ela ainda é capaz de amar os amigos incondicionalmente, sem o medo de se decepcionar com um deles no meio do caminho; ela ainda consegue contar com o IRMÃO dela, para todo o sempre; ela ainda consegue manter a base na família, que a acompanha sempre; ela ainda sorri, todos os dias, como se nada estivesse emaranhando seu estômago, nervos e coração, tentando formar uma teia com tudo isso, no meio de seu peito; ela ainda senta e escreve tudo o que sente, pra desabafar, mesmo que ninguém vá ler; ela vive, não apenas existe ~
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